
Título original: Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens
Ano de lançamento: 1922
País: Alemanha
Direção: F. W. Murnau
Elenco: Max Schreck, Alexander Granach, Gustav von Wangenheim, Greta Schröder, Max Nemetz, Wolfgang Heinz, John Gottowt, Georg Heinrich Schnell, Ruth Landshoff, Gustav Botz, Hardy von Francois, Albert Venohr, Guido Herzfeld, Karl Etlinger, Heinrich Witte, Fanny Schreck.
Ano de lançamento: 1922
País: Alemanha
Direção: F. W. Murnau
Elenco: Max Schreck, Alexander Granach, Gustav von Wangenheim, Greta Schröder, Max Nemetz, Wolfgang Heinz, John Gottowt, Georg Heinrich Schnell, Ruth Landshoff, Gustav Botz, Hardy von Francois, Albert Venohr, Guido Herzfeld, Karl Etlinger, Heinrich Witte, Fanny Schreck.
Sobre o filme
Nesta lista, filmes que tiveram diversas versões de sucesso, estão ocupando apenas uma posição, com exceção de Drácula, que antes de fazer sucesso em 1931, já havia sido adaptado (seguindo fielmente o livro). Sem a autorização da família Stoker para a filmagem (o escritor, Bram, já havia morrido), os produtores alemães decidiram prosseguir com o nome de Nosferatu (expressão citada por Van Helsing, no livro, para definir os vampiros na Europa), adaptando todos os locais e personagens, porém dando a primeira cara para o vampiro mais famoso do cinema.
A condução de cinco atos é de F. W. Murnau, outro diretor importantíssimo para o expressionismo alemão, que no início da década de 20 dominou o cinema. Na época, o filme teve sua distribuição proibida e diversas cópias foram destruídas, sendo novamente aceito somente após a morte da viúva de Bram Stoker.
O Conde Drácula se transforma em Conde Orlok, um vampiro dos Montes Cárpatos que se apaixona por uma jovem da cidade de Wisborg.
Nesta lista, filmes que tiveram diversas versões de sucesso, estão ocupando apenas uma posição, com exceção de Drácula, que antes de fazer sucesso em 1931, já havia sido adaptado (seguindo fielmente o livro). Sem a autorização da família Stoker para a filmagem (o escritor, Bram, já havia morrido), os produtores alemães decidiram prosseguir com o nome de Nosferatu (expressão citada por Van Helsing, no livro, para definir os vampiros na Europa), adaptando todos os locais e personagens, porém dando a primeira cara para o vampiro mais famoso do cinema.
A condução de cinco atos é de F. W. Murnau, outro diretor importantíssimo para o expressionismo alemão, que no início da década de 20 dominou o cinema. Na época, o filme teve sua distribuição proibida e diversas cópias foram destruídas, sendo novamente aceito somente após a morte da viúva de Bram Stoker.
O Conde Drácula se transforma em Conde Orlok, um vampiro dos Montes Cárpatos que se apaixona por uma jovem da cidade de Wisborg.
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